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LIVRO DOS MÉDIUNS (Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores) por ALLAN KARDEC Contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. SEGUNDA PARTE DAS MANIFESTAÇÕES ESPIRITAS CAPITULO XV MÉDIUNS
ESCREVENTES OU PSICÓGRAFOS |
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Estudo 62 - Item 178 e 179 Iniciamos
o capítulo XV ressaltando que Allan Kardec o elaborou visando
estudar os médiuns escreventes ou psicógrafos em momento
em que essa expressão mediúnica abria as portas de comunicação
entre os planos espiritual e o material, caracterizando-se como o meio
que nos apresentava o mundo extra-físico. Através de suas
observações, análises e conclusões, em parceria
com os Instrutores Espirituais, nasceu a Codificação Espírita.
Atualmente, muito maior é o número de médiuns psicofônicos,
cujos processos, do ponto de vista da lucidez do médium durante
o fenômeno da comunicação, enquadram-se perfeitamente
nas explicações apresentadas pelo Codificador para a psicografia.
Médiuns Escreventes ou psicógrafos De todos os meios de comunicação, a escrita manual é o mais simples, mais cômodo e, sobretudo, mais completo. Para ele devem tender todos os esforços, porquanto permite se estabeleçam, com os Espíritos, relações tão continuadas e regulares, como as que existem entre nós. Com tanto mais afinco deve ser empregado, quanto é por ele que os Espíritos revelam melhor sua natureza e o grau do seu aperfeiçoamento ou da sua inferioridade. Pela facilidade que encontram em exprimir-se por esse meio, eles nos revelam seus mais íntimos pensamentos e nos facultam julgá-los e apreciar-lhes o valor. Para o médium, a faculdade de escrever é, além disso, a mais suscetível de desenvolver-se pelo exercício. Médiuns Mecânicos Aqueles
cuja mão recebe um impulso involuntário e que nenhuma
consciência têm do que escrevem. Muito raros.
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