(Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores) por ALLAN KARDEC Contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. SEGUNDA PARTE CAPITULO XIX O PAPEL DOS MÉDIUNS NAS COMUNICAÇÕES |
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| Estudo 96 – Reflexões
sobre a questão 223 A capacidade mediúnica é considerada uma percepção inerente à estrutura psíquica das criaturas; por isso é que a encontramos-nos mais diferentes níveis de consciência da humanidade. Ela não é moral, mas a moral do médium é que responde pelo seu uso. Ela é simplesmente uma das funções psicofisiológicas do Homem, podendo ser enquadrada como um dos sentidos que o Espírito encarnado utiliza a fim de manifestar-se e desenvolver-se, gradativamente, para a plenitude da Vida. Continuando, Allan Kardec faz uma ressalva: “(...) Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva (...)” OLM questão 159 Já na questão 223, o Codificador identificava uma nova situação: a do próprio Espírito do médium poder se comunicar como qualquer outro Espírito! 223.2
- As comunicações escritas ou verbais podem ser também
do próprio Espírito do médium? 2ª - Esta explicação não parece confirmar a opinião dos que acreditam que todas as comunicações são do Espírito do médium e não de outro Espírito? - Eles só estão errados por entenderem que tudo é assim. Porque é certo que o Espírito do médium pode agir por si, mas isso não é razão para que outros Espíritos não possam agir, também, por seu intermédio Partindo
dessas reflexões, concluimos ser o Homem um Espírito encarnado
com faculdades idênticas a do desencarnado, o que lhe possibilita
vivenciar os mesmos fenômenos.
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