O Céu e o Inferno por Allan Kardec
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Nesta obra Allan Kardec reafirma o caráter científico do Espiritismo e avalia como ciência de observação, a nova doutrina, enfrentando o problema das penas e recompensas futuras à luz da História, estabelecendo comparações entre as idealizações do céu e do inferno nas religiões anteriores e nas religiões cristãs, revelando as raízes históricas, antropológicas, sociológicas e psicológicas dessas idealizações na formulação dos dogmas cristãos. CAPÍTULO VII:- Espíritos endurecidos :- A RAINHA DE OUDE 5. - Vós,
que vivestes nos esplendores do luxo, cercada de honras, que pensais
hoje de tudo isso? - R. Que tenho direito. - P. A vossa hierarquia terrestre
concorreu
para que tivésseis outra mais elevada nesse mundo em que ora
estais? - R. Continuo a
ser rainha... que se enviem escravas para me servirem!... Mas... não
sei... parece-me
que pouco se preocupam com a minha pessoa aqui... e contudo eu... sou
sempre a
Que sucede à
alma no instante da morte? A alma, após
a morte, conserva a sua individualidade? Como comprova a
alma a sua individualidade, uma vez que não tem mais corpo material? Recentemente a Ciência
tem comprovado aspectos da sobrevivência e da individualidade
apos a morte. Com o desenvolvimento da medicina de emergência,
surgiram inúmeras técnicas para a ressuscitação
de pacientes em estados de morte clínica. Aqueles que conseguem
serem recuperados, em sua grande maioria, retornam à vida, trazendo
as lembranças de cenas vislumbradas durante o período
em que estiveram dados "como mortos". Estas cenas apresentam
componente comuns, independente do histórico tanto clinico como
vivencial dos pacientes ressuscitados. Assim independentemente do grau
de cultura, o sexo, a natureza das causas mortis, a idade, etc. as descrições
mantêm-se sempre dentro dos mesmos padrões. O principal
divulgador dessas investigações é o Dr. Raymond
A. Moody Jr., que em 1975, publicou um livro intitulado Vida após
a Vida (Life After Life). Neste livro o dr. Raymond
Moody Jr. descreve as experiências de 150 pessoas que viveram
o fenômeno de quase-morte. Ele tem pesquisado este assunto há
vários anos e seus estudos recaíram sobre três categorias
distintas: a experiência de pessoas que foram ressuscitadas depois
de terem sido julgadas, consideradas ou declaradas mortas por seus médicos;
a experiência de pessoas que, durante acidentes, doenças
ou ferimentos graves, estiveram muito próximas da morte física;
a experiência de pessoas que a contaram para outras que estavam
presentes enquanto morriam. dr. Moody explica que "a pessoa que
está morrendo tem, com freqüência, uma surpresa muito
grande, pois, nesse ponto, encontra-se olhando seu próprio corpo
físico de um ponto fora dele, como se fosse um espectador, uma
terceira pessoa no quarto apreciando as figuras e os eventos".(4).
Mais recentemente, em 2002 dois outros pesquisadores renomados Parnia
e Fenwick descreveram também a manutenção da individualidade
em casos de pacientes declarados clinicamente mortos após parada
cardíaca. Os resultados deste estudo foi publicado no Jornal
médico “Resuscitation” alem de receber extensa cobertura
nas imprensas nacionais e internacionais. (5)
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