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Livro: “PALAVRAS DE VIDA ETERNA”
- Emmanuel/F. C. Xavier
Estudo nº 109, “NA ESFERA DA LÍNGUA” “Quem
quer amar a vida e ver os dias felizes, refreie a sua língua
do mal ...”– Nesta carta, Pedro se dirige aos cristãos que vivem longe da pátria em terras estrangeiras, mostrando a eles, que seja na família ou na comunidade, a união entre eles, há de ser tão fraterna e acolhedora, que formem juntos a “casa de Deus”. Podemos trazer para os nossos dias, para as nossas convivências
os ensinamentos desta carta de Pedro, porque são atuais. Quantas vezes diante das provas, angustiados, ansiosos, nos sentimos aliviados diante das palavras amigas, que ajudam a termos esperança, a vermos a situação de forma menos aflitiva. “No instante do erro, quando muitos te malsinam a invigilância, assinalas, feliz, a frase de entendimento do irmão que te justifica ou desculpa”, diz Emmanuel. Reflitamos no bem que esperamos na palavra do outro, para que as nossas palavras não se convertam em maledicência, em instrumento de intriga, de desunião. Por isso, precisamos ter muito cuidado, sermos vigilantes, para não deturparmos, darmos outro sentido, às palavras das outras pessoas, porque as consequências podem ser desastrosas para muitos. Não podemos esquecer que o falatório maligno sempre forma ao nosso redor, imensa família de elementos enfermiços, à feição de vermes letais que proliferam no silêncio e operam nas sombras. Estejamos atentos, porque com a nossa imprudência no uso da língua, podemos influenciar negativamente pessoas igualmente invigilantes.
“Falar mal”, na legítima significação, será render homenagem aos instintos inferiores e renunciar ao título de cooperador de Deus para ser crítico de suas obras. “Insuflemos nos ouvidos alheios a tranquilidade que ambicionamos
e falemos dos outros aquilo que desejamos que os outros falem de nós”
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