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| Se
o desânimo procura Mergulhar-te na amargura, Não olvides, meu irmão, Que a vida por toda parte É nova luz a buscar-te Em doce renovação. Na magoa
que te domina, Da noite
estranha e sombria, |
Da
serra empedrada e feia, Desce o regato que ondeia Em generosa canção. Do charco de baixo nível, Desditoso e desprezível, Ressurge o calor do pão. Coragem!
- recorda o ninho, Assim também,
cada hora, |
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Extraído
do Livro Poetas Redivivos
Médium: Francisco C. Xavier Espírito: João de Deus |
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