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O
Espírito Galileu expõe a teoria sobre a formação
de imensa nebulosa que viria dar origem aos sóis e planetas.
Submetida
às leis universais, que regem a matéria, principalmente
pela força de atração molecular, a nebulosa tomou
a forma geoidal (esferóide achatado nos pólos) e num processo
contínuo deu origem aos sóis e planetas.
Procurando
compreender as teorias de Galileu, à luz da Ciência atual,
percebe-se grande semelhança entre seus conceitos e os da teoria
do Big Bang (a grande explosão) que tenta explicar a formação
e expansão do Universo.
A
Ciência procura explicar a origem do Universo a partir do instante
em que um ponto minúsculo, que concentrava toda a energia do
cosmo, entrasse em desequilíbrio causando grande explosão,
e passasse a jorrar partículas de matéria que, em pouquíssimo
tempo, ocupasse trilhões de quilômetros.
De
onde veio essa partícula inicial? O que existia antes dela? Quem
a criou? Dúvidas que a Ciência talvez nunca explique.
Estas
questões levam-nos, forçosamente, buscar respostas nas
religiões e, felizmente, as encontramos no Espiritismo.
A
revista “Veja” (edição n.° 2066 de 25
de julho de 2008) traz grande reportagem sobre a teoria do Big Bang,
detalhando a “máquina de brincar de Deus” o LHC (sigla
para Large Hadron Collider) o maior acelerador de partículas,
já construído pelo homem, para tentar comprovar a grande
explosão que teria dado origem ao Universo.
À
página 79 “Do Big Bang à nossa casa...” chama-nos
a atenção a expressão “... foi a sorte
grande. Caso o ritmo de expansão depois do Big Bang fosse uma
fração de milionésimo de segundo mais lento, nosso
planeta, a Terra, teria se cozinhado nas vizinhanças do Sol e
hoje seria apenas uma pedra tórrida circulando o astro. Uma fração
de segundo a mais e nossa casa não seria nossa casa, pois a Terra
poderia estar muito além de Netuno, o mais longínquo e
gelado dos planetas, sem possibilidade de vida. Que forças calibraram
o ritmo de expansão do Big Bang para que a Terra se acomodasse
justamente na terceira órbita desse Sol generoso e estável?...”
Quem
teria sido este extraordinário matemático que concebeu
tal precisão? Que fenomenal computador teria usado? Que inteligência
suprema teria construído esse computador?
Teria
sido o acaso? Ora, acaso! Dá para aceitar que exista acaso?
E se o LHC nada comprovar?
O
extraordinário matemático, a suprema inteligência,
o genial computador ou melhor o cérebro super, ultra-excepcional
teria feito tudo isso, criado o Universo só para colocar o homem
na Terra? E os outros sóis e planetas para que servem? Enfeites
para o orgulhoso homem, o “homo sapiens’?
Vale
a pena ler a Gênese e compará-lo com a reportagem de Veja
e refletir sobre os ensinamentos dos Benfeitores Espirituais.
| Bibliografia: |
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1
– KARDEC, Allan. A Gênese. 19. Ed., São Paulo,
SP: LAKE, 1999, cap. VI, itens 20-23, p. 100-101 |
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Adelino
Alves Chaves Jr.
Julho / 2008 |
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